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SINDICATO DOS POLICIAIS CIVIS DA PARAÍBA VAI À BRASÍLIA E INTENSIFICA CONTATOS COM A BANCADA PARAIBANA EM DEFESA DA APOSENTADORIA DO POLICIAL

O Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado da Paraíba, através dos seus diretores, intensificam contatos em Brasília visitam os gabinetes dos Deputados e Senadores, integrantes da bancada federal da Paraíba pedindo apoio no sentido de que garantam o mesmo tratamento dado aos Militares nas votações da PEC 06/2019, da nova Reforma da Previdência Social em tramitação na Câmara Federal cujo projeto é oriundo do presidente da República Jair Bolsonaro (PSL).
Nessa luta o Sindicato foi recebido no gabinete do deputado federal Julian Lemos (PSL/PB), que prometeu defender as bandeiras dos policiais civis, federais, policiais rodoviários federais, agentes penitenciários e guardas municipais, para que esses trabalhadores da segurança pública tenham a garantia da aposentadoria policial nos mesmos moldes das forças armadas, que não é privilégio mas é direito, conforme a carta da Confederação dos Trabalhadores Policiais Civis – COBRAPOL e União dos Policiais do Brasil, o parlamentar após receber das mãos dos diretores Antonio Erivaldo Henrique e Antonio Targino da Costa Neto, foi claro em suas palavras, afirmou que presidente Bolsonaro foi eleito com a grande parte de sua votação oriunda das instituições policiais da segurança pública, nas três esferas, Estadual, Federal e Municipal, portanto acredita que não haverá discriminação, pois todos são iguais perante a Lei e todos os policiais correm os mesmos riscos. Em seguida Antonio Erivaldo agradeceu o apoio do Deputado Julian Lemos que já tem se pronunciado naquela casa em defesa das polícias, que hoje vivem a maioria dos estados os PCs, desestimulados no caso da Paraíba percebem o pior salário do Brasil, ao se aposentar perdem 40% dos seus vencimentos as viúvas de policiais também amargam esse dessabor com a redução também do valor em até 40%, que é uma injustiça, e se a reforma for aprovada nos mesmos moldes da mensagem original os prejuízos serão irreparáveis paras os PCs, falou Antonio Erivaldo!
 
Da Assessoria
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