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Sindicato afirma que polícia civil pode entrar em greve

CORREIO DA PARAÍBA

POLÍTICA

 A-4 Paraíba, quinta-feira, 15 de abril de 2004

Sindicato afirma que polícia civil pode entrar em greve presidente da entidade diz que Governo não cumpre decisões judiciais

Fábio Cardoso

  O presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil da Paraíba, Antônio Erivaldo de Sousa, assina uma nota distribuída à imprensa, ontem, afirmando que os policiais civis poderão entrar em greve caso o Governo do Estado não cumpra as decisões judiciais que, segundo ele, foram transitadas em julgadas em favor dos integrantes do Grupo Polícia Civil (GPC-600). A nota não informa a data de início do movimento paredista.
De acordo com Antônio Erivaldo de Sousa, entre as decisões que o Governo não estaria cumprido, estão o pagamento de precatório referente a um terço de férias a mais dos vencimentos, nos exercícios de 1992 a 1994, cujo o prazo espirou-se em 31 de dezembro do ano passado.
O dirigente também cita o descongelamento da gratificação de atividades especiais, que tem, de acordo com ele, a sentença transitada em julgado no valor de 100% sobre o vencimento básico, cujo o pagamento foi determinado pelo desembargador Plínio Leite Fontes. Equiparação de vencimentos dos agentes de telecomunicação e escrivãs de polícia aos agentes de investigação.
O sindicato reivindica ainda as nomeações de todos os aprovados no último concurso para a Polícia Civil, além de melhores condições de trabalho. De acordo com Antônio Erivaldo de Sousa, faltam materiais de expediente nas delegacias; as viaturas na maioria estão sucateadas; o armamento é absoleto, além das algemas, coletes à prova de bala. A situação das delegacias é ainda mais grave.


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