MAJOR FÁBIO CRITICA POSIÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA PARAÍBA

majosrfabio2010Infelizmente a justiça não é tão ágil para detectar os diversos problemas que acontecem nos batalhões. Quando é para beneficiar o trabalhador a contestação é imediata e rigorosa para barrar um direito que ganhamos com esforço e luta. O desabafo é do deputado federal Major Fábio (DEM), na entrevista nesta quarta-feira (29), com relação à decisão do Ministério Público da Paraíba (MP/PB), que entrou com uma ação civil pública, com pedido de liminar, questionando a legalidade das leis nº 9.245, 9.246 e 9.247, conhecidas como PEC 300. As leis foram aprovadas e sancionadas em outubro deste ano, beneficiando os policiais militares e civis, bombeiros e agentes penitenciários do Estado. A ação civil pública foi impetrada na Comarca de Bayeux por ser o juízo plantonista nesse recesso forense.

Para o parlamentar após tanto esforço, dedicação e luta da classe para conseguir um benefício a justiça chega e coloca uma “ducha fria” na esperança de pessoas que são responsáveis pela segurança pública do Estado. Ele ressalta que os próprios deputados estaduais reconheceram e aprovaram a causa mais de que justa para os militares, com o crivo do atual governador José Maranhão (PMDB). Recebemos a notícia com indignação e perplexidade, com o aval dos políticos eleitos pela população e sancionado pelo governador. Não vamos baixar a cabeça, mas ir à luta pela manutenção da PEC 300, frisou.

Ele ainda criticou o futuro governador Ricardo Coutinho (PSB) de não ser afeito ao diálogo e convocar os policiais para debater o assunto. O parlamentar afirmou que não deseja cargos no próximo governo para abrir vaga para outra pessoa assumir a cadeira na Câmara Federal, preferindo ficar aos lado dos policiais. Não estou querendo cargos na futura administração para beneficiar outras pessoas. Prefiro ficar na suplência e brigar pela classe. Se for o caso iremos a praça criticar, protestar contra este ato mesquinho do futuro governador que não respeita uma decisão tomada pela Assembleia Legislativa, explicou.

FONTE:
Redação – Paraiba Mais