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AUDIÊNCIA PÙBLICA DEBATE A INSEGURANÇA NA REGIÃO DO CURIMATAÚ PARAIBANO

 

O Secretário Gustavo Feraz Gominho no dia 27/05/2009, realizou mais uma reunião desta vez foi hoje dia 27/05/2009, na 7ª, Delegacia Regional de Polícia Civil sediada na cidade de Picui/PB com seguimentos da sociedade organizada , entidade sindicais , associações comunitárias e dos movimentos populares para buscar alternativas para questão da insegurança na região, que teve como local a Câmara Municipal completando a 5ª Audiência Pública, ato este que vem sendo elogiado pelo Ministério da Justiça, Gustavo Gominho ouviu atentamente os representantes de vários seguimentos da sociedade as mesmas reivindicações das audiências já realizadas, porem o diferencial é que, os municípios de Nova Floresta e Frei Martinho estão próximos da divisa com o Estado do Rio Grande do Norte fazendo com que o crime organizado ali fosse instalado, os bandidos estão invadindo o território paraibano e a polícia impotente para combater o s infratores da Lei, este fato fez com que a maioria dos que fizeram uso da palavra cobrassem além de viaturas, aumento do efetivo, estruturas das Delegacias, que também fossem criados a patrulha rural e um núcleo de inteligência para investigar e prender as quadrilhas que agem na Região do Curimatau paraibano.
Atendendo convide do Secretário da SEDS Gustavo Ferraz Gominho o Sindicato dos Servidores da Policia Civil do Estado da Paraíba – SSPC/PB se fez presente representado pelo Dr. Francisco Camilo de Souza e Ademir da Costa Vilar, ambos diretores do SSPC/PB, que cobraram do secretario gominho uma imediata reavaliação do Plano da cargos carreiras e salários do Grupo GPC – 600, afirmando que o Estado da Paraíba é o Estado que paga um dos piores salários da Brasil. Já Antonio Erivaldo Henrique de Sousa presidente do SSPC/PB, disse que não há estimulo no policial civil paraibano para o trabalho. A classe não recebe horas extras, e nem adicional noturno, é obrigada a fazer bico para sobreviver com dignidade, e citou como exemplo a PF e a Polícia civil do Distrito Federal, em ambas um delegado de carreira, percebe vencimentos acima de R$ 15.000,00 reais e um agente de polícia vencimentos de R$ 7.400,00 o que fez ambas instituições terem 80% de credibilidade no Brasil, pois o policial vive só para sua instituição é vedado qualquer tipo de bico ou desvio de função, concluiu Antonio Erivaldo presidente do SSPC/PB.

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